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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O Diário de uma Submissa e Uma Amor Sumisso– Sophie Morgan





A autora constrói em O diário de uma submissa um relato real, sincero e ousado de uma jornada a um mundo repleto de novas e picantes possibilidades. Um livro feito para despertar imaginação e a curiosidade.

Jornalista
independente, de 30 e poucos anos, Sophie Morgan não tem vergonha de admitir que tem gostos sexuais excêntricos. Entre quatro paredes — mas só entre quatro paredes, que fique claro desde o início —, ela gosta de ser submissa.
Desde bem jovem ela passou a notar que pensava bastante em sexo. Também percebeu o quanto algumas experiências inusitadas mexiam com ela de uma maneira profunda. Mas foi só na faculdade que ela começou a viver experiências consideradas fora do padrão e notar o quanto aquilo tudo lhe proporcionava um enorme prazer. 

Depois de viver sua primeira relação sexual sadomasoquista, sem sequer saber direito classificá-la como tal, sente-se definitivamente atraída por esse novo mundo. E após um caso quente e revelador com seu amigo Thomas, é em James que Sophie encontra seu dominador verdadeiro e uma paixão que a leva a testar limites que nem ela mesma poderia imaginar.

Ela é uma mulher como outra qualquer, inteligente, carinhosa, sarcástica e que, como ela sempre faz questão de dizer, com uma família amorosa e presente. Mas muito cedo começou a perceber que seu interesse sexual não era tão convencional assim e aquilo que a excitava não era o que excitava suas amigas. Na verdade, tinha certeza de que as deixaria chocadas. 

Mesmo gostando de ser submissa, Sophie precisa tomar cuidado ao externar essa faceta. Por receio de ser julgada, ela tem que saber muito bem com quem e como falar sobre isso. “Ser uma mulher submissa dá a sensação de algo politicamente incorreto, mas é minha escolha e eu tenho a liberdade de fazê-la”, diz, alertando para os estereótipos prejudiciais em relação aos que praticam o sadomasoquismo.

Sophie reconhece que o megasucesso da saga Cinquenta tons de cinza tem contribuído de forma expressiva para a popularização da prática sadomasoquista, mas garante que a última coisa que pretende ser é pervertida. Na vida profissional e social, ela é uma mulher responsável, competitiva, preocupada com suas contas e com algumas gordurinhas indesejáveis. Enquanto é teimosa e independente no dia a dia, tem um outro lado que só aflora quando confia no parceiro com quem vai jogar.


O Diário de uma Submissa, portanto, não é um livro de ficção. É um relato verídico de uma mulher que, a primeira vista, é uma pessoa comum. Sophie odeia rosa, adora comprar esmaltes e bolsas e até mesmo se intitula uma feminista. Porém, diferente dos gostos comuns pelo sexo, ela descobriu cedo que prefere uma relação sexual cheia de dor e humilhação. O Diário de uma Submissa relata em detalhes suas experiências sexuais D/s (Dominante e submissa) ao longo dos anos.

Para quem se interessar sobre o assunto, são páginas e mais páginas cheias de situações onde Sophie é humilhada, amarrada, vendada e punida. Com narração em primeira pessoa, entramos na mente de uma submissa em suas cenas mais íntimas, sem qualquer pretensão ao pudor. Cada situação de beijo, sexo, punição e dor é descrito por Sophie, juntamente com o que ela sente em cada um desses momentos. Muitas vezes ela descreve a situação como a mente entrando em conflito com o corpo. Sua mente lhe diz que aquilo é humilhante, degradante e absurdo, mas seu corpo corresponde com prazer aquela humilhação. Não pretendo entrar em qualquer julgamento aqui, mas as relações dela, para mim, fez 50 Tons de Cinza parecer brincadeira de criança.

O Diário de uma Submissa é um livro curto, você termina de lê-lo em poucos dias. Eu não sou fã de livros não-ficção, justamente por isso não há qualquer resenhas deles aqui no blog. Quando leio tenho em mente a ideia de viajar para fora da realidade e não me prender a ela. Ainda assim, há momentos em que o relato de Sophie pode ser facilmente confundido com um, tal é sua narrativa durante a leitura. Até a metade do livro, porém, senti que estava “assistindo” a um filme pornô sado, pois Sophie manteve durante vários anos uma relação colorida com um de seus melhores amigo, sem qualquer menção ao amor. Depois de um tempo, comecei a achar repetitivo as cenas. Quem acompanha o blog sabe que não sou fã de livros assim, mas pelo final a situação muda um pouco. É interessante que Sophie tente desmistificar Cinquenta Tons de Cinza e, curiosamente, acabou se apaixonando por alguém que ela descreve como rico, dono de um imenso apartamento, com dois gatos, gentil, engraçado, inteligente, musculoso, bonito e… sado. Além disso, James se sente um pouco perturbado por gostar de infligir dor durante o sexo. Alguém aí lembrou do Sr.Grey?

Terminei o livro sem saber exatamente se gostei ou não. Acho que vale mais como um complemento dessa onda de eróticos BDSM que vêm sendo explorado desde o lançamento do livro da E.L James (porém, deixando o romance para escanteio). Na internet é possível encontrar várias entrevistas com a autora, onde Sophie afirma que há uma possibilidade de continuação. Por enquanto, prefiro ficar apenas com a história do primeiro livro. Achei interessante, mas, definitivamente, não caí de amores.


Um Amor Submisso 02


Sophie Morgan é uma submissa. Uma mulher de trinta e poucos anos que entre quatro paredes gosta de entregar seu corpo e sua mente a homens dominadores. Alguns desses relacionamentos têm sido amorosos, outros casuais e outros apenas cruéis. Mas o que acontecerá quando ela conhecer o dominador dos seus sonhos? O que vai se passar quando a vida, o amor e os jogos sexuais se misturarem? Num encontro armado por sua amiga Charlotte, Sophie conhece Adam. No início, nenhum dos dois quer saber de um relacionamento sério, pois acabaram de sofrer decepções com outras pessoas e estão fechados a qualquer tentativa de um novo amor. Mas começam a se sentir extremamente atraídos um pelo outro e, sem querer dar o braço a torcer, vão se apaixonando. Os dois não conseguem parar de pensar no que poderiam fazer juntos. No entanto, ambos têm gostos sexuais excêntricos e não sabem o que o outro vai pensar disso. Quando começam a perceber que têm muito mais em comum do que parecia, o frio na barriga definitivamente toma conta. Será possível que eles tenham encontrado alguém perfeito? Como seria viver um namoro ou até um casamento assim, tão fora dos padrões?
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