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Megan Maxwell - Te Esperarei por Toda Minha Vida

O que ocorreria se uma mulher do século XXI, como você, viajasse no tempo ao século XVII? Descubra mergulhando nas páginas desta história com Montse e suas duas amigas, Julia e Juana; espanholas morando em Londres. Uma rifa, um prêmio, uma viagem, uma cidade: Edimburgo. Terra de lendas e escoceses. 

Ali, naquele momento, naquele lugar, ocorrerá algo que mudará para sempre a vida da protagonista e suas amigas. Quer saber o que acontece? Gosta de sorrir e se divertir? Deseja se apaixonar? Então, não tem outra opção além de ler este livro. Divirta-se! 

Comentário revisora Ana Julia: Confesso que livros sobre viagem no tempo não são muito do meu agrado, mas este me surpreendeu, é engraçado ver as situações que nossas protagonistas criam, está mais para um florzinha, mas foi agradável de ler. Espero que gostem. Boa leitura 

Aberdeen, Escócia, 1429. 
Alannah Carmichael corria assustada pelo empapado e verde descampado, segurando sua avançada barriga de gravidez com as mãos. 
Keeva, a feiticeira, seguia-a com a maldade ardendo em seu rosto desejoso de vingança. 
Um dia antes, no castelo de Aberdeen, o enlace entre Sean Roberts e lady Marian Mctouch se transformou em fatalidade. 
Por engano, durante os festejos, uma flecha dos Carmichael tinha acabado com a vida de Brendan, o filho de Keeva. Para trás ficaram os dias de plácida vida e as noites de quietude. Keeva tinha perdido seu adorado filho e sua fúria era implacável. 
— Se detenha Alannah, não têm escapatória. — chiou Keeva com os olhos acesos pela vingança. 
A jovem assustada, não queria deixar de correr, mas o esgotamento provocado pelo peso do bebê em seu ventre e a proximidade do escarpado fez-lhe parar. 
Se seguisse avançando cairia no mar. Estava encurralada. Não podia fugir. Por isso, e sabendo que ia morrer, voltou-se para sua perseguidora e, olhando-a aos olhos, gritou com aprumo: 
— Juro, Keeva, que até morta não descansarei até vingar a morte de meu marido. Por que o matou? Por quê? 
—Porque o amava. Como eu a meu filho. 
Delirante, a feiticeira se aproximou dela e segurou com força o pendente que Alannah levava no pescoço, arrancando-o de um forte puxão.
— Me devolva a joia dos Carmichael. 
Aquele meio coração esculpido em pedra branca era junto com a outra metade que seu defunto marido ainda levava no pescoço, a joia mais apreciada de seu clã. 
O desespero da jovem fez a feiticeira rir, enlouquecida pelos acontecimentos dos últimos dias, aproximou-se até quase lhe roçar o rosto com seu fôlego. 
—Não, Alannah, não lhe devolverei. — ela vaiou. 
—Me mate, mas deixe meu filho viver! 
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